As Mulheres Sempre serão Flores em Qualquer Estação da Vida



As mulheres sempre serão flores em qualquer estação da vida!

Algumas são botões, outras estão começando a florescer.
Há aquelas que são promessas de cores esplêndidas e as que já não têm mais o viço do início da floração.
Há mulheres Margaridas, coloridas e leves.
Há as que são clássicas como as Rosas e as Palmas.
As mulheres despojadas são Flores do Campo.
As requintadas são Tulipas e as raras são Orquídeas.
As Flores-de-Maio, são resistentes, resilientes, rústicas, discretas. Dizem até que dão frutos. O que sei é que quanto mais se dividem, mais se multiplicam e florescem no outono.
Este Blog é de todas elas, porque

As mulheres sempre serão Flores em qualquer estação da vida!

Em tempo: os homens tambem são muito bem vindos!

Flor de Maio


Essas são as Mais Belas Flores desse Jardim!

As Mais Belas Flores do Meu Jardim

domingo, 19 de junho de 2011

Para Quem Ama os Animais - Gatinhos Apaixonados

Que Amor!
Que aconchego gostoso!

Bom finalzinho de |Domingo!
Beijos

Casa Arrumada - Lena Gino

Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.

Lena Gino

Selinho Blogs que me Inspiram


Recebi este lindo selinho da querida Vera Lúcia Duarte do lindo blog "Recanto do Sol". Muito obrigada querida pelo seu carinho!
Tenho que repassá-lo para oito blogs que me inspiram. Na verdade, todos os jardins por onde gosto de passear me inspiram muito, mas como só posso repassá-lo para oito escolhi os blogs abaixo pela fre4quente participação aqui no meu cantinho:

Para voces com todo o meu carinho,
Bjs :)
Flor
 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Tag


O Florescendo No Outono foi presenteado pela querida Aline do “Muitas Coisas Por Aí” com esse tag. Tenho que :

1- Divulgar quem passou a Tag: http://muitascoisasporai.blogspot.com/

2- Postar 10 fotografias das coisas que você mais gosta (pode ser da net)



1 – Família:


2- Cafuné



3-Ioga




4- Chocolate







5- Livros





6- DVDs de Séries




7- Café na cama







8- Sapatos







9 – Perfumes







10- Flores







 3. Passar a tag a 10 meninas e notifica-las, aí vai com todo o meu carinho:



1- Dayse do Blog “Nas lentes da Vida”

2- Chica do Blog “Cuidando do Nosso Canteiro Interior”

3- Mafalda S. Do “A Felicidade É O Caminho”

4- Lecy'ns do “Tudo Muda Com Afeto”

5- Ariel do “Atlantis-Ariel”

6- Micheli do “Repensando Ações”

7- Neuzinha do “Mundo de Neuzinha Brotto”

8- Vera Lúcia Duarte do “Recanto do Sol”

9- Maria Alice Cerqueira do "Maria Alice Cerqueira"

10- Lis do "Flor de Lis"

Todo o poder da Ioga



Excelente matéria da Revista Isto É, de Cilene Pereira e Mônica Tarantino, sobre os resultados terapêuticos da Ioga.

A Ioga conquista o respeito da medicina, sendo usada para ajudar no tratamento de câncer, obesidade, dor crônica e doenças cardíacas, respiratórias e psiquiátricas.



 “Nesta semana, o mundo acompanha, como de costume, as novidades divulgadas durante o congresso da Sociedade Americana de Oncologia Clínica, conhecido como Asco, o maior e mais importante encontro mundial sobre câncer. Neste ano, entre os destaques mostrados no centro de convenções, em Chicago, um, especialmente, chama a atenção não só pela importância de seus resultados como também pelo simbolismo que carrega. Pesquisadores do MD Anderson Cancer Center – uma das principais instituições do planeta para o tratamento da doença – apresentarão um trabalho no qual relatam como a ioga ajuda a tratar o câncer.

No estudo, realizado com portadoras de tumor de mama submetidas a sessões de radioterapia, ficou comprovado que o método, além de reduzir os níveis de cortisol (hormônio liberado em situações de estresse), melhora o funcionamento do corpo em geral. Entre outros ganhos, as participantes demonstraram maior capacidade de execução de tarefas cotidianas, mas difíceis de ser efetuadas por causa da doença, como subir escadas ou dar uma volta no quarteirão. Também sentiram menos cansaço, dormiam melhor e ainda encontraram uma forma menos doída de lidar com seu drama particular. “Elas dão mais foco à espiritualidade, na conexão consigo mesmas e com as outras pessoas”, disse à ISTOÉ Lorenzo Cohen, diretor do Programa de Medicina Integrativa do MD Anderson e responsável pela pesquisa. “Dessa maneira, fica mais fácil perceber o que realmente precisam e como alcançar essa meta.”


HOSPITAL
Na Clínica Mayo (EUA), há aulas para pacientes
com insuficiência cardíaca e doenças respiratórias

A apresentação de uma pesquisa sobre ioga em um evento mundial no qual a tônica, historicamente, sempre foi a divulgação de novidades que giram em torno da medicina tradicional – novos remédios ou aparelhos, por exemplo – é emblemática. O fato é a evidência mais concreta de que a medicina ocidental está incluindo a ioga na sua lista de recursos contra as doenças. Criada há cerca de cinco mil anos no lugar onde hoje é a Índia, a ioga é uma filosofia de vida (leia mais no quadro à pág. 107). Seu princípio fundamental é o de facilitar a conexão do corpo com a mente, entendidos como uma coisa única, indissociável. Não é por outra razão que, em sânscrito, a língua usada em rituais do hinduísmo, a palavra ioga remete ao significado de atrelar. Para que isso seja possível, ela se apoia em recursos como a meditação, a respiração profunda e a execução dos ásanas, posturas corporais inspiradas em animais ou em outras referências da natureza.

Depois de desembarcar no Ocidente como mais uma excentricidade do Oriente, a prática hoje ganhou o respeito da ciência e recebeu o direito de entrar pela porta da frente em alguns dos mais renomados serviços de saúde do planeta. O método figura entre as terapias complementares disponíveis no MD Anderson, no Massachusetts General Hospital, em Boston, e no Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York, por exemplo.
Na Clínica Mayo, outro respeitado serviço de saúde, localizado também nos EUA, ela é ofertada a portadores de doenças diversas. O pneumologista Roberto Benzo, por exemplo, a aplica no tratamento de insuficiência cardíaca (o coração perde a capacidade de bombear o sangue para o corpo) e de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), mal caracterizado pela destruição progressiva dos alvéolos pulmonares. “Os principais benefícios são a redução da dificuldade respiratória e a melhora do condicionamento físico”, explicou Benzo à ISTOÉ.

No Brasil, o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, um dos mais importantes da rede privada do País, prepara-se para oferecer a prática como mais uma opção de seu departamento de terapias complementares. No Hospital A. C. Camargo, também na capital paulista e especializado no atendimento a pacientes com câncer, aulas de ioga começaram a ser adotadas recentemente. “Elas ocorrem uma vez por semana”, informa a professora Aline Chrispan. “As participantes controlam melhor a ansiedade que aparece durante o tratamento.”

O mesmo movimento de incorporação da ioga pela medicina vem sendo registrado nos consultórios. “Indico para alguns pacientes, como os portadores de artrose”, diz o médico Mário Sérgio Rossi, coordenador do comitê de terapias complementares do Hospital Albert Einstein. “A prática ajuda na lubrificação das articulações, sem causar traumatismo”, diz. Doença inflamatória crônica, a artrose se caracteriza pela ocorrência de dor e deformações nas articulações. Por isso, além dos remédios específicos, é importante que os pacientes mantenham a funcionalidade das articulações por meio de exercícios corretos, que não agridam ainda mais essas estruturas. Por isso a ioga, com seus movimentos suaves e alongados, é uma boa opção
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APOIO
O médico Rossi (à esq.) indica para tratar artrose.
À dir. aulas no Hospital A. C. Camargo (SP)
Na clínica do dentista Fausto Ito, especialista em apneia do sono e ronco, do Rio de Janeiro, os pacientes são orientados a praticá-la, de preferência, em ambientes com pouca ou nenhuma iluminação. “A ausência da luz ajuda na produção da melatonina, um indutor natural do sono”, explica. “Os efeitos da ioga são potencializados e o resultado é a melhora na qualidade do sono.”

Uma pesquisa que acaba de ser publicada no Archives of Internal Medicine dá uma ideia da importância que a terapia vem ganhando. De acordo com o trabalho, 30% dos americanos fazem uso do método, assim como de outros do gênero, como acupuntura e meditação. E um em cada 30 pacientes recebeu a recomendação da prática de seus próprios médicos. “Há boas evidências da eficácia dessas técnicas, mas não esperávamos que o índice de aceitação pelos médicos fosse tão alto”, afirmou Aditi Nerurkar, da Harvard Medical School (EUA), autor do levantamento.

Ao mesmo tempo que sua indicação se consolida, proliferam pelos centros de pesquisas estudos para investigar o alcance de seus benefícios. Aqui no Brasil, pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) atestaram o efeito do método contra a hipertensão após a realização de um trabalho que acompanhou executivos com o perfil clássico desses profissionais: estressados, ansiosos e com pressão fora de controle. “Após oito meses, houve mudanças no estilo de vida e resgate da saúde”, contou o médico Fernando Bignardi. “E deixaram de ser hipertensos.”

Nos EUA, na Boston University School of Medicine, verificou-se que a ioga apresenta resultados mais eficazes no controle de distúrbios de humor, depressão e ansiedade em comparação a outros exercícios, como a caminhada. “Em exames posteriores à realização dos exercícios, os participantes exibiam taxas mais elevadas do Gaba, uma substância cerebral cujo nível, se estiver baixo, está associado a desequilíbrios de ordem emocional”, disse à ISTOÉ Chris Streeter, professora de psiquiatria e coordenadora do trabalho.

Essa característica – a de ajudar a lidar com os sentimentos – também está fazendo da ioga uma aliada contra a obesidade. É verdade que a própria execução dos exercícios já auxilia na queima de calorias. No entanto, a ciência está constatando que o impacto é mais profundo. Um claro indicativo foi registrado em uma pesquisa da Fred Hutchinson Cancer Research Center (EUA). Os cientistas acompanharam as respostas de mulheres que estavam magras ou com sobrepeso. “Em dez anos, as praticantes ganharam menos peso do que aquelas que não faziam ioga”, explicou à ISTOÉ Alan Krystal, responsável pela pesquisa. “E isso ocorreu independentemente do nível de atividade física e dos padrões de alimentação de cada uma”, disse. Na avaliação do cientista, o que está por trás do resultado é a consciência, despertada pela ioga, do tamanho real do apetite. O método ajuda o indivíduo a perceber por que está comendo e a parar quando satisfeito.
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PRÁTICA
Adepto, o cientista Krystal estuda
como o método ajuda a emagrecer

De fato, quando usada em doenças permeadas por forte conteúdo emocional – caso da obesidade –, a ioga manifesta uma particular eficácia. Pacientes com fibromialgia, por exemplo, estão entre os mais beneficiados. A enfermidade manifesta-se pela ocorrência de dor crônica e generalizada pelo corpo. Com o passar do tempo, torna-se um inferno na vida do portador. Debilitado pela dor constante, aos poucos ele se isola, deprime-se.

Uma iniciativa da Oregon Health & Science University (EUA) revelou como o método pode ajudar. Foram recrutadas 53 mulheres com fibromialgia. As voluntárias foram avaliadas depois de ser submetidas a um programa de ioga desenhado para suas necessidades – contemplando mais fortemente aspectos como dor, fadiga, problemas com o sono e dificuldades emocionais acarretadas pela doença. Todos os pontos apresentaram melhora. Um deles chamou a atenção. “Elas ficaram mais dispostas para a vida, apesar do sofrimento”, disse James Carson, coordenador do trabalho. “E aprenderam a não dar tanto espaço a tendências ruins, como a de supervalorizar a dor.”
Na opinião de Marcos Rojo, professor e pesquisador da técnica na Universidade de São Paulo, uma das explicações para modificações como essa é justamente o estabelecimento da conexão mente-corpo perseguida pela ioga. “Ela trabalha mecanismos que têm alguma relação um com o outro. Por exemplo, se você passa por um período de muita ansiedade, pode ter alterações no sistema digestivo ou cardiorrespiratório”, diz. “Um dos objetivos da ioga é fazer o caminho inverso: trabalhar o corpo para interferir nas emoções”, afirma.

É sabido que a atuação também se dá no nível físico propriamente dito. Um exemplo é o que proporciona no caso da dor. “Quando a pessoa sente o sintoma, se contrai. Com a ioga, aprende a relaxar profundamente”, explica Luciana Brandão, do Estúdio Ioga na Cidade, de São Paulo, e pós-graduanda na Unifesp em terapias complementares. “O sangue circula mais, ajudando a reduzir a sensação”, complementa.

No caso das doenças respiratórias, o efeito produzido pelos exercícios de respiração aumenta a eficiência dos músculos que integram o sistema responsável pela oxigenação do organismo. Em uma análise realizada por médicos da Chicago Medical School (EUA), o benefício foi constatado após acompanhamento de 22 pacientes que fizeram aulas de uma hora, três vezes por semana, durante um mês e meio.

Há dois pontos ainda não completamente esclarecidos no que se refere ao uso terapêutico da ioga. O primeiro diz respeito ao formato das aulas. O segundo, à frequência com que devem ser feitas. Em relação ao tipo de aula, a tendência é criá-las para ser mais específicas. Na Escola Narayana, uma das mais tradicionais de São Paulo, os responsáveis recebem alunos interessados no auxílio que a ioga pode trazer para males distintos. “Desenvolvemos aulas de acordo com a questão de saúde de cada um”, afirma Luzia Rodrigues, coordenadora da escola. Quanto à frequência ideal, restam dúvidas. “Ninguém ainda sabe dizer ao certo”, disse à ISTOÉ Brent Bauer, da Clínica Mayo. O médico orienta seus pacientes a praticar pelo menos 30 minutos todos os dias.

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Pressão sob controle
Foi um caso grave de aneurisma da aorta, há cinco anos, que fez o compositor e guitarrista Yvo Ursini, 33 anos, repensar sua vida e encontrar a ioga. Embora o problema de saúde lhe imponha algumas limitações – como não realizar exercícios que alterem o fluxo sanguíneo para a cabeça –, ele comemora os avanços. “Melhorei muito minha consciência corporal e minha pressão arterial está mais controlada.”

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Postura contra a dor
Durante uma aula de ioga, é preciso capacidade de alongamento e força nos músculos de todo o corpo. Um dos resultados dessa combinação de esforços é o alívio da dor. “Tenho uma alteração na coluna lombar e a ioga me ajuda a aliviar a tensão que causa dor”, conta a administradora na área médica Carla Hellner, 42 anos.
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Alívio depois do câncer
Após a retirada dos seios devido a um câncer, a auxiliar administrativa Adriana Ferreira Lima, 34 anos, encontrou na ioga uma forma de acelerar sua reabilitação. “Faço posturas mais lentas para recuperar a mobilidade do braço e da mão, prejudicados pela cirurgia”, fala. “Comecei há seis meses, mas já sinto que meus movimentos e minha respiração melhoraram.”
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De aluno a professor
Primeiro ele se interessou como aluno. “Procurei a ioga em busca de mais sintonia entre corpo e mente”, conta o professor de educação física Isaías Lemos, 31 anos. Alguns anos depois, contente com os resultados, ele resolveu fazer um curso de especialização. “Acabei trocando a ginástica artística, modalidade da qual era treinador, pela ioga.” Hoje ele dá aula e é referência para os outros professores da modalidade, na academia Bio Ritmo, em São Paulo.

A história da filosofia

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INÍCIO
O deus Shiva teria passado os ensinamentos aos hindus

Uma aura de mistério envolve as origens da ioga. Acredita-se que a filosofia tenha surgido há cerca de cinco mil anos, no território onde atualmente se localiza a Índia. Para os hindus, os ensinamentos foram dados por Shiva – deus da transformação. Durante muitos séculos não houve registro escrito da técnica: os mestres passavam os conhecimentos aos seus discípulos por meio da tradição oral. O primeiro registro data de pouco mais de dois mil anos, com o livro que ficou conhecido como “Yoga Sutra”.

A produção científica em torno do tema é ainda mais recente. Começou na década de 1920, com a criação de um instituto governamental na Índia para pesquisar os efeitos da ioga sobre o corpo. “À época essa iniciativa não foi vista com muita felicidade pelos indianos, pois a eles a tradição bastava, não era necessária a preocupação científica”, diz Marcos Rojo, professor e pesquisador de ioga na Universidade de São Paulo.

Foi, todavia, a busca pelo cientificismo que impulsionou a vinda da prática para o Ocidente. Deste lado do mundo, a ioga ganhou também outros ares, com foco maior na parte física. “A visão original da ioga entende o corpo como um meio para se experimentar sensações importantes para a evolução espiritual”, fala Rojo. A filosofia inclui princípios, como o respeito à natureza, a não violência, o controle dos impulsos e dos sentidos e o desapego de pessoas e objetos. A preocupação com o alinhamento e o tônus muscular – questões relacionadas com a parte física – foram acrescentadas após a ocidentalização da prática.”
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Colaboradora: Rachel Costa

quinta-feira, 16 de junho de 2011

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Voem Juntos, Mas Nunca Amarrados!


Conta uma velha lenda dos índios Sioux que, uma vez, Touro Bravo - o mais valente e honrado de todos os jovens guerreiros e Nuvem Azul, a filha do cacique e uma das mais formosas mulheres da tribo, chegaram de mãos dadas na tenda do velho feiticeiro da tribo e falaram:

Nós nos amamos e vamos nos casar. E nos amamos tanto que queremos um feitiço, um conselho, ou um talismã. Alguma coisa que garanta que possamos ficar sempre juntos. Que nos assegure que estaremos um ao lado do outro até a morte. O velho sábio, ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:


- Tem uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada. Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte dessa aldeia e, apenas com uma rede e tuas mãos, caçar o falcão mais vigoroso do monte e traze-lo com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia.

- E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha do trono, onde encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com as tuas mãos e uma rede, deverás apanhá-la, trazendo-a viva.

Os jovens abraçaram-se com ternura, e logo partiram para cumprir a missão recomendada. No dia estabelecido, na frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves dentro de um saco.
O velho pediu que, com cuidado, as retirassem. Observou então que se tratava de belos exemplares.

- E agora, o que faremos? Perguntou o jovem.
Nós as matamos e depois bebemos à honra de seu sangue ou as cozinhamos e depois comemos o valor da sua carne?.
- Não, disse o feiticeiro! Apanhem as aves e as amarrem entre si pelas patas, com essas fitas de couro. Quando estiverem amarradas, soltem-nas, para que voem livres...

O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado, e soltaram os pássaros...
A águia e o falcão tentaram alçar vôo, mas apenas conseguiram saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela incapacidade de voar, as aves jogavam-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar.

- E o velho disse: jamais esqueçam o que estão vendo. Este é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão: se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, viverão arrastando-se e, cedo ou tarde, começarão a machucar-se mutuamente. Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos...mas nunca amarrados.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Peixotinho - O Maior Médium de Efeitos Físicos




Francisco Peixoto Lins,, o Peixotinho como todos o conheceram, nasceu em 1º de fevereiro de 1905 na cidade de Pacatuba, no Estado do Ceará, filho de Miguel Peixoto Lins e Joana Alves Peixoto. Perdeu os pais ainda criança e passou a viver com os tios maternos, em Fortaleza. Iniciou a sua educação em um seminário, onde lhe surgiram sérias dúvidas quanto a existência de Deus, em função das diferenças sociais marcantes que percebia à sua volta e do nascimento de seres anormais.


Aos 14 anos mudou-se para o Amazonas em busca de melhores condições de vida nos seringais. Mas dois anos depois resolveu retornar a Fortaleza, onde surgiram as primeiras manifestações de sua mediunidade. Mas, como ainda não sabia lidar com a sua faculdade mediúnica, foi inicialmente envolvido por Espíritos sofredores que faziam dele um valentão envolvendo-se em brigas apesar de seu físico infanti. Em um episódio em que, após travar luta com vários homens, foi transportado para uma praia deserta e distante, fisicamente ileso, chegando a ser considerado morto, estado do qual despertou após mais de 20 horas de amortalhado. A seguir adveio-lhe uma paralisia que o prostrou por seis meses. Nessa fase, um dos seus vizinhos, membro da Sociedade Espírita de Fortaleza, solicitou permissão à sua família para prestar-lhe socorro espiritual com passes e preces. Ninguém em sua casa tinha conhecimento do Espiritismo e, uma vez que o tratamento médico a que se submetia não lhe dava nenhuma esperança de restabelecimento, acabaram aceitando a ajuda do vizinho.

Foi iniciado o tratamento com o Evangelho no Lar, passes e água fluidificada. A fim distrair-se, Peixotinho começou a ler alguns romances espíritas e posteriormente as obras da Codificação kardequiana. Em menos de um mês apresentou sensível melhora em seu estado físico e foi progressivamente libertando-se da falsa enfermidade. Logo que conseguiu andar, passou a freqüentar o Centro Espírita onde militava o grande tribuno Vianna de Carvalho, que na época estava prestando serviço ao Exército nacional em Fortaleza.

O conhecimento da lei da reencarnação veio responder seus velhos questionamentos, dirimindo todas as dúvidas que o Seminário não conseguira desfazer. Orientado pelo major Vianna de Carvalho, Peixotinho iniciou seu desenvolvimento mediúnico. Tornou-se um dos mais famosos médiuns de materializações e efeitos físicos. Por seu intermédio produziram-se as famosas materializações luminosas e uma série dos mais peculiares fenômenos. Quando ocorriam as materializações, seu corpo tornava-se translúcido e podia-se ver o ectoplasma saindo através de sua boca e dos seus ouvidos  que daria forma ao espírito comunicante. Muitos desses espíritos materializados colocavam as mãos, braços ou pés em baldes com parafina líquida ferevnte, deixando moldes perfeitos a fim de atestar a veracidade desses fenômenos. Alguns desses moldes encontram-se até hoje expostos no Centro Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro.

Em 1926 mudou-se para o Rio de Janeiro, então Capital da República, e se apresentou para servir no Exército na Fortaleza de Santa Cruz. Posteriormente foi transferido para Macaé (RJ), onde  iniciou propriamente sua prática espírita, fundando Grupo Espírita Pedro. Também em Macaé, em 1933, constituiu família, contraindo matrimônio com Benedita (Baby) Vieira Peixoto.

Sua vida militar foi intercalada de transferências, mas, para onde era transferido, fixava residência com a família e ali fundava um posto de receituário homeopata. Mas, apesar de sua eficiência no receituário, foi um sofredor, portador de asma, que compreendia ser a sua provação. Mesmo assim, era alegre e brincalhão, e por muitos considerado uma criança grande.


Como médium soube viver, sem nunca comerciar seus dotes mediúnicos. Viveu pobre e exclusivamente dos seus vencimentos de oficial da reserva do Exército, reformado que foi no posto de capitão. Dedicou-se muito ao tratamento de casos de obsessão, chegando mesmo a, por várias vezes, levar doentes ao próprio lar, onde os hospedava junto de sua família. Passou por testemunhos sérios e sofreu ingratidões que soube perdoar, não desanimando nunca de servir.

 
Em 1948 encontrou pela primeira vez o médium Chico Xavier, na cidade de Pedro Leopoldo, onde participou de sessões de materialização e de assistência aos enfermos, ocorrendo a partir daí muitos outros encontros. Grande número das sessões no Grupo André Luiz e em Pedro Leopoldo são narradas por Ranieri em seu livro "Materializações Luminosas".

Peixotinho desencarnou às 6 horas da manhã do dia 16 de junho de 1966, em Campos, deixando viúva, a Sra. Baby Vieira Peixoto, e nove filhos.

Fonte: Wikipédia

A foto abaixo é um molde, feito em parafina, do pé de um espírito materializado.
Para tanto, os espíritos pedem que se coloque no recinto uma vasilha com parafina fervente.
Então, eles cobrem o próprio pé materializado com camadas dessa  parafina e esperam que esfrie.
A seguir, desmaterializam o pé, e deixam o molde como prova.
(Fonte: livro Materializações Luminosas, de R. A. Ranieri, contendo depoimento autenticado de autoridades presentes à sessão)
 

Na foto seguinte, vemos Chico Xavier ao lado de Peixotinho quando este materializa um espírito. Observem o ectoplasma saindo da boca do médium.


Nesta foto, Peixotino está deitado na Câmara de Materialização, doando seu ectoplasma para o espírito que já está se materializando


 

Fenômeno de Materialização:

Segundo o Prof. Carlos de Brito Imbassahy, os fenômenos de materialização são produzidos da seguinte forma:
  • Primeiramente, o médium principal serve de aparelho para que a equipe espiritual manipule as energias essenciais ao fenômeno.
     
  • Posteriormente, o que observamos, em nossos trabalhos, é que a Entidade a se materializar, retira do médium ou dele faz expandir um campo que o reveste. Dessa maneira, vê-se a formação inicial do fulcro do fenômeno sobre o médium. 
  • A seguir:
    • as energias (de origem ectoplásmica segundo informam) que enchem o ambiente precipitam-se sobre aquele fulcro, fazendo com que ele se ilumine, fenômeno semelhante ao de fogos de artifício que se queimam e dão origem a um modelo que é visto pelos assistentes.
      Esta é a aparição que Crookes intitulou de luminosa.
    • A estereológica (nunca tive ocasião de ter uma completa) transforma a energia em forma palpável e que reveste o perispírito da Entidade manifestante, tornando-a tangível, auscultável e se forma de maneira idêntica, só que, em vez de provocar luminosidade no campo do Espírito dito materializado, dá-lhe consistência material.
       
    • Um outro tipo de materialização que pude verificar e da qual Crookes não faz referência é aquela em que o Espírito nos tange, nos toca, faz-se sentir como se estivesse materializado, mas, os presentes (encarnados) não conseguem segurar esse corpo. Nossa sessão comprovou a existência de uma cigana que se materializava e que bailava ao som das músicas que eram tocadas pela nossa vitrola. Sua saia roçava nos presentes, batia nos móveis, ouvíamos e sentíamos tudo como se ali estivesse a bailarina dançando e esbarrando nas pessoas, só que ninguém conseguia segurar esta saia rodada e encorpada.
    Carlos de Brito Imbassahy

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Há Momentos - Clarice Lispector




Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos e abraçá-la.

Sonhe com aquilo que você quiser.

Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.


Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.


Clarice Lispector

domingo, 5 de junho de 2011

Renovando o Casamento

 

O Talmud, a Grande Compilação da Tradição Rabínica, conta a seguinte parábola:
Toda noite, o rabino Bar Ashi prostrava-se diante do Deus misterioso pedindo para ser salvo do desejo maligno. Sua mulher, entreouvindo-o, pensava: "Já faz alguns anos que ele se afastou de mim. O que o leva a dizer isso?"
Então, um dia, quando ele está estudando no jardim, ela se veste como Haruta e encontra-o lá. (Haruta era o nome da típica prostituta da antiga Babilônia. A palavra também significa "liberdade" em hebraico.)
— Quem é você? — pergunta ele.
— Sou Haruta — responde ela.
— Quero você — ordena ele.
— Traga-me a romã do galho mais alto — pede ela por sua vez. Ele lhe traz a romã, e toma a mulher.
Quando o rabino volta para casa, sua esposa está cuidando do fogo. Ele sente-se atraído por ela e tenta seduzi-la. Ela pergunta:
— Por que está fazendo isso?
— Porque aconteceu isso assim assim — confessa o rabino.
— Mas era eu — responde a mulher.
— Mas eu queria o proibido _ responde o rabino

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Para Quem Ama os Animais - Quentinho Gatinho

Olha só que fofura que eu encontrei no shopping:
Ai que quentinho!

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São dois?

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Ôpa, são três!!

Beijinhos e Bom Final de Semana!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Origem do Dia dos Namorados

São Valentim, (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica, que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim.

O Imperador Claudio II, durante o seu governo, proibiu a realização de casamentos em seu reino, pois acreditava que os jovens solteiros alistariam-se com maior facilidade, e assim ele conseguiria formar um grande e poderoso exército.

No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, independente da proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias de casamento que realizava eram feitas em segredo. No entanto, sua prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte.

Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes em seu cárcere na intenção de demonstrar que ainda acreditavam no amor. Entre essas pessoas estava uma jovem cega, Asterias, filha do carcereiro. Asterias conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim, os dois acabaram apaixonando-se e milaqgrosamente e a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: "de seu Valentim", expressão ainda hoje utilizada.

Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270 e considerado um mártir pela Igreja Católica.

A data de sua morte, também marca a véspera de lupercais, que eram festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da amada.


No exterior, o Dia dos Namorados é comemorado no dia 14 de fevereiro, dia da morte de São Valentim. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser véspera do 13 de Junho, Dia de Santo Antônio, santo português com tradição de casamenteiro.


Que o Dia dos Namorados seja antes de tudo um dia especial em homenagem ao amor, esse sentimento tão difícil de definir, mas tão maravilhoso e gostoso de sentir.


Feliz Dia dos Namorados!
Bjs :)

sábado, 28 de maio de 2011

Santa Dymphna – Padroeira dos Psicólogos e Psiquiatras






Santa Dymphna é muito popular na Europa. Era uma menina linda, filha de um chefe Céltico pagão. Dymphna viveu na Irlanda no século 7, e tinha quatorze anos quando sua mãe morreu.  Seu pai Damon, um governante local,tornou-se obcecado pela semelhança de Dymphna com a sua falecida mulher.  Desequilibrado mentalmente,  ele se recusou a reconhecer a personalidade de sua filha, sentindo-se o no direito de se casar com ela. 

Para escapar dos assédios de seu pai_ que tentou até mesmo violentá-la_ e já convertida ao cristianismo, Dymphna fugiu para a Bélgica. Teve como companhia o seu confessor São Gerebernus, um velho padre amigo da família, e dois companheiros ajudantes. Lá eles fundaram um oratório perto de Amsterdã e passaram a viver como eremitas.

Entretanto Damon mandou caçá-los e acabou encontrando-os. Ele matou Gerebernus e os dois companheiros. Ordenou que Dymphna retornasse com ele, mas ela se recusou e foi muito torturada. Finalmente, num acesso de fúria Damon a degolou. Ela tinha então apenas quinze anos de idade. Dymphna recebeu a coroa do martírio por volta do ano 620.

As relíquias dos quatro mártires foram descobertos em Gheel, perto de Amsterdã, no século 13 e milagres foram relatados entre os doentes de insanidade, possessão e epilepsia. Por isto um asilo foi construído no exato local do achado. O asilo ainda está por lá e continua a tratar dos mentalmente doentes. Os milagres que lá acontecem são reportados como creditados a intercessão de Santa Dymphna até hoje.

Em função de sua história e dos milagres a ela atribuídos, Santa Dymphna é considerada a santa protetora dos mentalmente insanos, dos que sofrem colapsos nervosos, stress, dos epilépticos e é invocada contra o sonambulismo e a insônia. É a padroeira do profissionais que trabalham com a saúde mental, ospsiquiatras e psicólogos.

Em alguns locais é comum orar o Rosário de Santa Dymphna com 18 contas amarelas representando seus poucos  anos de vida e duas contas límpidas e transparentes representando sua pureza e no final a sua medalha.

Sua festa é celebrada no dia 15 de maio.