As Mulheres Sempre serão Flores em Qualquer Estação da Vida



As mulheres sempre serão flores em qualquer estação da vida!

Algumas são botões, outras estão começando a florescer.
Há aquelas que são promessas de cores esplêndidas e as que já não têm mais o viço do início da floração.
Há mulheres Margaridas, coloridas e leves.
Há as que são clássicas como as Rosas e as Palmas.
As mulheres despojadas são Flores do Campo.
As requintadas são Tulipas e as raras são Orquídeas.
As Flores-de-Maio, são resistentes, resilientes, rústicas, discretas. Dizem até que dão frutos. O que sei é que quanto mais se dividem, mais se multiplicam e florescem no outono.
Este Blog é de todas elas, porque

As mulheres sempre serão Flores em qualquer estação da vida!

Em tempo: os homens tambem são muito bem vindos!

Flor de Maio


Essas são as Mais Belas Flores desse Jardim!

As Mais Belas Flores do Meu Jardim

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Receita para Arrancar Poemas Presos - Viviane Mosé


você pode arrancar poemas com pinças

buchas vegetais. óleos medicinais

com as pontas dos dedos. com as unhas

com banhos de imersão

com o pente. com uma agulha

com pomada basilicão

alicate de cutículas

massagens e hidratação

mas não use bisturi nunca

em caso de poemas difíceis use a dança.

a dança é uma forma de amolecer os poemas

endurecidos do corpo.

uma forma de soltá-los

das dobras dos dedos dos pés. das vértebras

dos punhos. das axilas. do quadril

são os poema cóccix. os poema virilha

os poema olho. os poema peito

os poema sexo. os poema cílio

ultimamente ando gostando de pensamento chão

pensamento chão é poema que nasce do pé

é poema de pé no chão

poema de pé no chão é poema de gente normal

gente simples

gente de espírito santo

eu venho do espírito santo

eu sou do espírito santo

traga a vitória do espírito santo

santo é um espírito capaz de operar milagres

sobre si mesmo

Viviane Mosé

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O Reino do Coração













Conta-nos uma lenda, que existia em um reino muito distante, uma grande
quantidade de terras que se perdiam no horizonte e iam muito além das
montanhas.

Chamava-se "o reino do coração". Uma jovem senhora recebera de Deus a
incumbência de cuidar e administrar, como quisesse, toda aquela imensidão

de terras.

Para se ter uma idéia, ela possuía mais terras do que o próprio rei.
A jovem senhora sempre soube administrar com maestria todos os setores

do reino do coração que lhe pertenciam.

Era uma mulher bondosa e, mesmo contra a vontade de muita gente, ela sempre
distribuía alguns hectares de sua propriedade para as pessoas simples que
batiam à sua porta. As pessoas pediam para ficar um tempo e acabavam

se demorando, se demorando até se instalarem de vez.

Tudo corria maravilhosamente bem até que chegou um posseiro e quis morar
nas terras do coração que ela mais gostava: "as terras da afetividade".

Aproveitando-se da ausência da senhora, que viajara por algum tempo, esse
posseiro se apoderou do seu recanto mais precioso, onde ela cultivava as
flores da paixão, da cumplicidade, do companheirismo e de muitas outras
flores relacionadas ao sentimento.

Quando ela retornou, ficou bastante surpresa ao ver que aquele forasteiro
havia se instalado ali. No entanto, ele não era um forasteiro qualquer,
era como um raio de sol, e ao seu suave toque todas as flores se abriam
e começavam a exalar um perfume inebriante.

Com a presença daquele homem incomum, o recanto secreto da jovem
senhora se tornou o mais belo de todo o reino.

A administradora não teve como recusar a permanência daquele posseiro
singular, pois sua presença havia mudado para sempre os jardins dos seus
mais secretos sentimentos...

No entanto, um dia... um dia que a jovem senhora não mais poderia esquecer,
seu jardim amanheceu sem brilho e sem perfume...
Parecia que o inverno chegara mais cedo..., e um frio extemporâneo havia
crestado todas flores...

A dona das terras quis saber o motivo e seu pequeno-grande coração quase
desfaleceu ao saber que seu raio de sol havia partido...Ela saiu a buscar
por todos os cantos do seu reino, mas não mais o encontrou.

A tristeza quis tomar posse do seu recanto precioso, mas ela insistia em ter
de volta o toque suave do seu raio de sol, único capaz de trazer novamente
o viço e o perfume às flores.

No entanto, numa manhã... numa manhã que a jovem senhora não mais
poderá esquecer, seu raio de sol voltou... mas não voltou para ficar...
Ele propôs uma condição: poderia apenas visitar aquele recanto de paz e amor
a cada início de primavera, para beijar todas as flores pelas quais nutria
imenso carinho.


Apesar de sentir-se triste por não ter seu raio de sol em todas as estações,
a jovem senhora aceitou as condições.

E é assim que a cada início de primavera o raio de sol beija as flores
e elas se abrem, e exalam seu inebriante perfume como todas as flores
cultivadas pelo amor de alguém muito especial.


Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Em Torno da Felicidade - André Luiz


 Em matéria de felicidade convém não esquecer que nos transformamos sempre naquilo que amamos.
Quem se aceita como é, doando de si à vida o melhor que tem, caminha mais facilmente para ser feliz como espera ser.
A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para os outros.
A alegria do próximo começa muitas vezes no sorriso que você lhe queira dar.
A felicidade pode exibir-se, passear, falar e comunicar-se na vida externa, mas reside com endereço exato na consciência tranqüila.
Se você aspira a ser feliz e traz ainda consigo determinados complexos de culpa, comece a desejar a própria libertação, abraçando no trabalho em favor dos semelhantes o processo de reparação desse ou daquele dano que você haja causado em prejuízo de alguém.
Estude a si mesmo, observando que o autoconhecimento traz humildade e sem humildade é impossível ser feliz.
Amor é a força da vida e trabalho vinculado ao amor é a usina geradora da felicidade.
Se você parar de se lamentar, notará que a felicidade está chamando o seu coração para vida nova.
Quando o céu estiver em cinza, a derramar-se em chuva, medite na colheita farta que chegará do campo e na beleza das flores que surgirão no jardim

(Texto extraído do livro “Sinal Verde” de Chico Xavier pelo espírito André Luiz)

domingo, 1 de janeiro de 2012